Falta de médicos no litoral alentejano

Época balnear acentua problema

24 junho 2003
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A falta de médicos no litoral alentejano é uma crítica comum feita pelos autarcas da região durante o ano mas, no decurso da época balnear, em que os turistas fazem «duplicar» a população, o problema agrava-se.
 

 

O concelho de Odemira, cujas praias são muito procuradas nestes meses de «sol abrasador», é uma das zonas alentejanas em que esta carência ao nível dos cuidados de saúde mais se faz sentir.
 

 

«Temos 17 freguesias, servidas por 11 médicos durante o ano, apesar do centro de Saúde prever um quadro de 23 clínicos», explicou à Agência Lusa o presidente da Câmara Municipal, António Camilo (PS).
 

 

Durante o Verão, disse, os cerca de «26 mil habitantes» do concelho, o mais extenso em termos de área do País, transformam-se em «60 mil», contabilizando os turistas.
 

«A extensão do concelho e a população envelhecida que temos já causam problemas todo o ano, em termos da prestação de cuidados de saúde, devido à carência de médicos. Imagine-se no Verão. É um aperto constante», criticou.
 

 

As localidades onde a necessidade de clínicos durante o Verão mais se faz sentir, frisou, são as que se localizam junto às principais praias, como Vila Nova de Milfontes, Almograve ou Zambujeira do Mar.
 

 

Fonte: Lusa
 

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