Falta de exercício na infância pode desencadear fadiga crónica

Estudo associa sedentarismo a síndrome

10 outubro 2004
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Investigadores britânicos constataram que as crianças que fazem pouco exercício físico são mais propensas a sofrer da síndrome da fadiga crónica quando adultos. Os peritos acompanharam 16.500 bebés desde o seu nascimento, em Abril de 1970, até perfazerem 30 anos de idade, tendo verificado que os mais sedentários quando crianças sofriam actualmente da doença. Uma equipa de investigadores da London´s Royal Free e University College Medical School descobriram, através de um estudo a mais de 16.500 pessoas, que as crianças que tiveram vidas mais sedentárias são mais propensas a sofrer desta doença. Segundo este estudo, realizado por investigadores da London´s Royal Free e University College Medical School, e publicado no site www.bmj.com, do total da amostra, 93 já haviam sofrido da síndrome de fadiga crónica e outros 48 estavam a sofrer da doença actualmente. Os investigadores verificaram que aqueles que haviam sido muito activos durante a sua infância não sofreram da doença. Situação contrária foi verificada nos mais sedentários. Ser-se mulher e pertencer-se a uma classe social mais elevada também parece propiciar o aparecimento da doença, acrescentou. Todavia, descartado para já estão outras variáveis, como a obesidade e alergias. A síndrome de fadiga crónica afecta 240 mil pessoas no Reino Unido, 25 mil das quais são crianças e jovens. Os sintomas incluem uma sensação de cansaço extremo, dores musculares e das articulações, sensibilidade ao ruído, álcool, luz e a diferenças de temperatura, dores de cabeça, problemas de concentração, náusea e tonturas e problemas digestivos. Fonte: Diário Digital

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