Extractos de Sálvia funcionam no controlo da doença de Alzheimer

Estudo da Universidade de Lisboa

18 agosto 2008
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Uma variedade de sálvia pode ser usada para controlar duas enzimas responsáveis pelo aparecimento da doença de Alzheimer, aponta um estudo realizado pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
 

 

Investigadores portugueses concluíram que extractos de uma espécie autóctone de sálvia, abundante nas serras d''Aire e Candeeiros, têm "enorme potencial" como terapia para melhorar capacidades cognitivas, funcionais e comportamentais em doentes com Alzheimer.
 

 

"Vários extractos da espécie de sálvia que estudámos provocam inibições bastante potentes de enzimas envolvidas na patologia", explicou ao JN Amélia Rauter, do Departamento de Química e Bioquímica da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, uma das líderes da investigação.
 

 

De acordo com a investigadora, "vários extractos mostraram capacidade para inibir as enzimas acetyl e butirilcholinesterase, envolvidas nas neurotransmissões cerebrais e responsáveis pela progressão da doença, com a vantagem de também revelarem ausência de toxicidade”.
 

 

Segundo os cientistas, o próximo passo é transformar esses extractos em princípios activos que possam ser usados pela indústria farmacêutica.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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