Exposição solar relacionada a menor incidência de Doenças Oncológicas

Estudo publicado na PNAS

11 janeiro 2008
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A exposição moderada da pele ao sol pode ser benéfica para algumas pessoas e ajuda a gerar vitamina D, que protege contra certas formas de cancro e outras doenças, revela um estudo publicado na revista "Proceedings of the National Academy Sciences" (PNAS).
 

 

Cientistas norte-americanos e noruegueses, liderado pelo biofísico do Departamento de Energia dos EUA, Richard Setlow, indicam que os benefícios da radiação solar podem ter mais peso que o risco de desenvolver Cancro da Pele, sem nunca esquecer a necessária protecção contra os efeitos da exposição excessiva aos raios solares.
 

 

O grupo, chefiado por Setlow, foi o primeiro a estabelecer que os raios ultravioletas (UVA) e a luz são as principais causas do Melanoma maligno, forma mais letal do Cancro da Pele.
 

 

Segundo o estudo, como resultado de uma maior exposição solar, os australianos, que vivem próximos da linha equatorial, produzem 3,4 vezes mais vitamina D que os habitantes do Reino Unido e 4,8 vezes mais que os escandinavos. Os cientistas descobriram igualmente que a incidência de outros tipos de cancro, como do cólon, pulmões, mama e próstata, também aumentam segundo a diferença Norte-Sul.
 

 

Quando analisaram a taxa de sobrevivência, os investigadores descobriram que quem vive em latitudes meridionais tem menos possibilidades de morrer de cancro que os do Norte.
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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