Europa precisa de 500 mil novos investigadores

CE quer travar fuga de «cérebros» para os EUA

25 março 2003
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A Europa precisa de 500 mil novos investigadores, pelo que a Comissão Europeia decidiu canalizar 1.580 milhões de euros para programas de treino, mobilidade e desenvolvimento das carreiras de investigação.
 

 

Esta aposta, que visa reduzir a fuga dos cérebros europeus para os Estados Unidos, insere-se na política de aumento dos investimentos comunitários em investigação para um montante da ordem dos três por cento do Produto Interno Bruto (PIB).
 

 

«Cada vez mais investigadores formados na Europa vão para os Estados Unidos e aí permanecem. Estas perdas consideráveis em termos de recursos humanos estão a secar os recursos científicos europeus», reafirmou o comissário europeu da tutela, Philippe Busquin, em conferência dedicada ao futuro dessa área na União.
 

 

O lançamento nos próximos meses de um portal na Internet sobre a mobilidade dos cientistas na Europa, assim como de uma rede europeia de centros com esse objectivo, são duas das iniciativas apontadas pelo comissário belga.
 

 

Medidas de transferência de tecnologias e conhecimento para as regiões menos favorecidas da União Europeia (UE) e dos países candidatos, tanto a nível académico como da indústria, o apoio à criação de equipas de investigação e ao regresso à Europa de cientistas (bem como à sua reintegração profissional), foram igualmente referidas por Philippe Busquin.
 

 

Internet em http://www.anbioq.org/cienciainvicta/.
 

 

Fonte: Lusa
 

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