Estudos de novos fármacos: três instituições nacionais integram rede europeia

Projeto decorrerá até 2020

08 janeiro 2016
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O Instituto Nacional de Medicina Legal, a Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa e o Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz vão integrar uma rede europeia de estudo de novas substâncias psicoativas.
 
Num comunicado, ao qual a agência Lusa teve acesso, o Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF) informou que vai participar no projeto europeu, denominado “Identificação e avaliação de novas substâncias psicoativas: uma rede europeia", através do seu Serviço de Química e Toxicologia Forenses.
 
O projeto que decorrerá até 2020 vai ser coordenado pelo Istituto di Ricerche Farmacologiche Mario Negri, em Itália. Os outros parceiros incluem a Universidade Jaime I, em Espanha, o Norwegian Institute for Water Research e o Norwegian Institute for Alcohol and Drug Research, ambos na Noruega.
 
Esta iniciativa, integrada no “Justice Programme 2014-2020” da Comissão Europeia (CE), conta com um financiamento global de cerca de 860 mil euros, tendo como objetivo "a implementação de uma abordagem analítica e epidemiológica integrada, visando a identificação, avaliação de risco e monitorização do consumo" de novas substâncias psicoativas, refere na nota o INMLCF, presidido pelo magistrado Francisco Brízida Martins.
 
Cabe à rede "obter informação sobre esta problemática e apoiar a CE, o European Monitoring Centre for Drugs and Drug Addiction e os 'pontos focais' nacionais na criação de protocolos de boas práticas de prevenção e de uma rede de institutos que, através da análise de amostras de urina e de águas residuais, orientada para a deteção de novas substâncias psicoativas, permita estimar o consumo" destes fármacos no espaço europeu.
 
ALERT Life Sciences Computing, S.A.
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