Estudo sobre envelhecimento humano ganha Prémio Descartes
05 dezembro 2004
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O prémio de ciência Descartes, de um milhão de euros, foi na semana passada atribuído a dois projectos de investigação, um dos quais sobre o envelhecimento humano, que permitirá o desenvolvimento de novas terapias e até viver mais tempo.O outro projecto premiado, anunciado numa cerimónia no Castelo de Praga, na capital da República Checa, estudou a forma de construir redes de comunicação mais seguras, em especial na Internet.Os dois vencedores foram escolhidos entre oito finalistas de várias áreas, entre os quais se incluía um trabalho sobre Internet segura e resistente a «piratas» informáticos em que participou o investigador português Paulo Veríssimo, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.O júri, que contou com o ex-ministro da Ciência e Tecnologia Mariano Gago e que juntou personalidades do mundo da ciência, indústria e política, optou por escolher um trabalho no campo das ciências vivas e da física.A opção incidiu num estudo sobre o «complexo biológico» da idade, que poderá levar ao desenvolvimento de terapias anti- envelhecimento, sabendo-se de antemão o quanto as pessoas gostariam de viver mais anos.«Segredos das doenças degenerativas e o envelhecimento revelados na mitocôndrias» (que providencia energia para as células) consistiu no estudo de um determinado tipo de ADN que se pensa ser uma das chaves do processo de envelhecimento e de vários tipos de doenças, como Parkinson, epilepsia, diabetes, infertilidade ou falhas cardíacas.O trabalho foi realizado por cinco investigadores da Finlândia, Suécia, Reino Unido, Itália e França.Fonte: Lusa

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