Estudo sobre a saúde do bombeiro português e impacto respiratório desta actividade

Rastreados 357 bombeiros

10 julho 2008
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Um quinto dos bombeiros, com uma média de idades de 33 anos, apresenta lesões nas vias respiratórias semelhantes às dos grandes fumadores com mais de 40 anos, danos atribuídos à exposição ao fumo, apurou um rastreio inédito realizado pela Associação Chama Saúde, e que tem como principal dinamizadora a Pneumologista Cecília Longo.
 

 

Os resultados deste estudo, divulgados pela agência Lusa, revelam que de um universo de 357 bombeiros rastreados, através de um questionário, da realização de exames complementares e análises à função respiratória, cerca de um quinto (18%) deve à exposição ao fumo o mau estado das vias respiratórias.
 

 

Estes profissionais – com uma média de idade de 33 anos – apresentam as vias respiratórias semelhantes aos grandes fumadores, com mais de 40 anos. Entre os sintomas que estes profissionais acusam está a dificuldade em respirar, de que se queixam 8,4%.
 

 

O estudo apurou que tosse, falta de ar, pieira e dores no peito são sintomas comuns a mais de 20% dos bombeiros. A exposição ao fumo é mais grave no caso dos bombeiros fumadores, que assim duplicam o risco de alterações. A falta de vestuário protector (32,9%) e de uma adequada protecção respiratória, praticamente inexistente no combate aos fogos florestais, são outras conclusões que os profissionais irão ter em conta de futuro.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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