Estudo português sobre amamentação premiado

Prémio atribuído no V Congresso Espanhol de Aleitamento Materno

25 março 2009
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Os benefícios da correcção à “pega” da mama da mãe quando o bebé está a ser amamentado foi o tema de um estudo português premiado no “V Congresso Espanhol de Aleitamento Materno”, que decorreu este mês em Murça e que contou com uma assistência de 700 participantes de vários países.

 

O estudo premiado envolveu a participação de 60 pares de mães e respectivos filhos da região do Vale do Ave, tendo a observação e a avaliação da primeira mamada sido realizada logo a seguir ao parto.

 

Para o estudo foram considerados dois grupos de bebés. Um primeiro em que houve a intervenção da enfermeira para corrigir a forma como o bebé estava a mamar sempre que este demonstrava uma ou mais dificuldades, e um outro grupo em que não houve qualquer intervenção.

 

O estudo de Adriana Pereira, realizado no âmbito do doutoramento em Ciências Biomédicas pela Universidade do Porto, demonstrou que, após seis meses, os bebés que “pegaram” correctamente na primeira mamada mamaram, em média, 157 dias, enquanto os que tiveram uma amamentação incorrecta mamaram apenas 15 dias.

 

Em declarações à agência Lusa, a autora do estudo explicou que “o bebé deve ficar com a boca bem aberta quando está a mamar, com o lábio inferior virado para fora e com o queixo a tocar na mama”. Além disso, a auréola “deve ver-se mais acima da boca do que abaixo, e habitualmente as bochechas ficam arredondadas e não chupadas para dentro”.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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