Estudo defende alteração das doses de radioterapia

Trabalho publicado na Lancet Oncology

04 junho 2006
  |  Partilhar:

 

A aplicação de doses menores mas mais intensas de radioterapia pode contribuir mais eficazmente para combater o cancro da mama, indica um novo estudo publicado no último número da revista britânica Lancet Oncology.
 

 

Uma equipa de investigadores norte-americanos e britânicos descobriu que a administração de 13 doses de maior potência pode ser tão eficaz para impedir a recorrência desse tipo de cancro como a terapia habitual de 25 doses de menor intensidade.
 

 

Na investigação participaram 1.410 mulheres que sofreram lumpectomia. Um dos grupos que participou no estudo recebeu o habitual tratamento de doses de radiação até um total de 50 Grays (medida de radiação) num total de seis semanas. Aos outros dois grupos foram dadas apenas 13 doses no mesmo período de tempo: as de um deles receberam 39 Grays e as do outro 42,9 Grays. Entre as mulheres do primeiro grupo, o risco de recaída num prazo de dez anos foi de 12,1% e nas do segundo de 14,8%, enquanto que nas do terceiro foi de apenas 9,6%.
 

 

No estudo participaram a The Royal Marsden NHS Foundation Trust do Reino Unido, o Gloucestershire Cancer Centre, o National Cancer Institute e a University of Wisconsin (Estados Unidos).
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

MNI- Médicos na Internet
 

Partilhar:
Ainda não foi classificado
Comentários 0 Comentar

Comente este artigo

CAPTCHA
This question is for testing whether you are a human visitor and to prevent automated spam submissions.
Incorrecto. Tente de novo.
Escreva as palavras que vê na imagem acima. Digite os números que ouviu.