Estudantes de Medicina admitem fazer sexo sem protecção

Conclusões do rastreio da Comissão Nacional de Luta Contra a Sida

26 março 2004
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 Uma grande parte dos estudantes de medicina admitiu ter praticado sexo sem protecção durante um rastreio da Comissão Nacional de Luta Contra a Sida (CNLCS), realizado durante um encontro da Associação Nacional dos Estudantes de Medicina, que decorreu em Porto Santo, na Madeira. Mais de 400 jovens estiveram presentes neste encontro, sendo que, destes, 300 participaram na acção, segundo a edição de quinta-feira do Correio da Manhã. O Encarregado de Missão da CNLCS, Meliço Silvestre, disse que «sete por cento dos estudantes de Medicina arriscaram a ter comportamentos de pratica de sexo não seguro», o que não é aceitável para estudantes de Medicina, referiu o responsável. Conta-se que pelo menos 21 estudantes, de ambos os sexos, tiveram relações sem protecção. Para justificar estes comportamentos, Meliço Silvestre disse que, depois de toda a divulgação sobre o HIV, as pessoas «estão conscientes, não têm é consciência do risco». O rastreio nacional da CNLCS, que visa fazer um estudo epidemiológico em Portugal, vai continuar, englobando cinco mil estudantes universitários entre os 18 e os 24 anos. Os resultados serão revelados no Congresso Nacional sobre Sida, em Outubro. Fonte: Diário Digital

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