Estatinas em grávidas com colesterol elevado reduz risco de serem submeditas a cesariana

Estudo da Liverpool University

18 junho 2008
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Um novo estudo sugere que grávidas que apresentem níveis elevados de colesterol podem correr menos riscos de serem submetidas a cesariana, caso tomem estatinas (fármacos que reduzem o nível de colesterol).
 

 

O estudo, realizado pela Liverpool University, na Grã-Bretanha, e citado pelo jornal britânico “Daily Mail”, sugere que os níveis elevados de colesterol podem conduzir a uma redução da força, necessária às contrações, comprometendo a possibilidade de partos naturais.
 

 

O estudo acompanhou quatro mil grávidas até ao parto. Entre as mulheres que apresentavam excesso de peso - e que tinham níveis mais elevados de colesterol no sangue - houve uma maior incidência de cesarianas de emergência.
 

 

Os investigadores realizaram testes de laboratório com tecidos provenientes de músculos retirados do útero de mulheres com excesso de peso. Os testes revelaram que, nestes casos, a força da contração dos músculos é menor. Isso aconteceria, segundo o estudo, devido à falta de cálcio nas células do músculo.
 

 

Os cientistas acreditam que os níveis elevados de colesterol podem ser a origem do problema, já que a substância prejudica as membranas das células.
 

 

O estudo sugere, por isso, que as estatinas sejam usadas em mulheres grávidas com colesterol alto, mas apenas nos últimos três meses da gravidez.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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