Estado só pode gastar mais 2,9% nas farmácias

Ministro da Saúde relembra valores do Orçamento do Estado

17 janeiro 2008
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A despesa do Estado com os medicamentos hospitalares só poderá crescer até um máximo de 3,9%, enquanto os fármacos vendidos nas farmácias não poderão ultrapassar os 2,9%, que é o valor do produto interno bruto (PIB), como consta do Orçamento do Estado para 2008.
 

 

Caso não aconteça, as farmacêuticas terão de pagar uma contribuição ao Estado.
 

 

A notícia foi esta semana avançada pelo ministro da Saúde, Correia de Campos, e pelo presidente da Autoridade Nacional do Medicamento (INFARMED), Vasco Maria, antes mesmo de as negociações com o sector da indústria farmacêutica terminarem.
 

 

Na semana passada, o ministério anunciou a realização do primeiro encontro entre as duas partes e garantiu que as negociações não deverão prolongar-se além de Fevereiro.
 

 

Ontem, Correia de Campos referiu que os tectos que constam no Orçamento do Estado vinculam a tutela. O Ministério da Saúde tem, todavia, "todo o interesse em obter um compromisso com a indústria", adiantou fonte oficial.
 

 

O ministro da Saúde adiantou ainda que o montante das dívidas às farmacêuticas em 2007 será igual ao do ano anterior, que foi de 646,1 milhões de euros.
 

 

Fontes: Lusa e Público
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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