Estado economiza ao apoiar tratamentos da Medicina da Reprodução

Opinião do especialista João Silva Carvalho

07 junho 2007
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O Estado português pouparia milhões de euros se apoiasse os tratamentos da Medicina da Reprodução contra a Infertilidade, indicou João Silva Carvalho, presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução (SPMR).
 

Com base num estudo apresentado no 3º Congresso Português de Medicina da Reprodução, realizado em Maio, Silva Carvalho referiu que as consequências inerentes aos tratamentos da Infertilidade (por vezes repetidos mais do que uma vez), como as gravidezes duplas e triplas, e os cuidados Neonatais custam mais ao Estado do que se este custeasse os tratamentos dos casais inférteis.
 

 

Este é um método já adoptado pelos governos europeus, mas que o Estado português ainda não adoptou apesar dos números demonstrarem que seria possível poupar nos custos a longo prazo.
 

 

De acordo com dados do estudo apresentado, cada parto custa ao Estado cerca de 1.600 euros, cada cesariana cerca de 3.500 euros e os internamentos em serviços de Neonatologia (durante aproximadamente 22 dias) custam cerca de 420 euros por dia, o que, no total e comparativamente aos custos dos tratamentos de Infertilidade, são valores mais elevados.
 

Fonte: Lusa
 

MNI- Médicos na Internet
 

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