Estado da saúde em Portugal

Estudo do Alto-Comissariado da Saúde

20 junho 2007
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O consumo de antidepressivos aumentou 68% num período de cinco anos, segundo um estudo encomendado pelo Alto-Comissariado da Saúde, no âmbito do Plano Nacional de Saúde, o qual avaliou os principais indicadores da saúde da população portuguesa durante o período de 2001 a 2005.
 

 

Em Portugal, o número de embalagens de antidepressivos por habitante passou de 0,25, em 2000, para 0,42, cinco anos depois, o que representa um aumento de 68%. Outro dado relativo ao tabagismo demonstra uma tendência de diminuição (17,5%) nos homens entre os 25 e os 44 anos e um aumento nas mulheres de todas as faixas etárias.
 

 

Outra tendência diz respeito à idade das mães e ao peso dos recém-nascidos, dois elementos que indiciam não só gravidezes de risco, como maior probabilidade de problemas de saúde dos bebés. A taxa de mulheres que têm filhos depois dos 35 anos aumentou 13,9%, enquanto a de adolescentes que deram à luz decresceu 18,6%, entre 2001 e 2005.
 

 

A percentagem de crianças com baixo peso à nascença (menos de 2,5 quilogramas) aumentou quase 40% em duas décadas, em clara oposição, por exemplo, ao que tem acontecido na Suécia, o país com melhores resultados nesta área. Quanto aos nascimentos pré-termo (antes das 37 semanas), consta-se uma diminuição em 2004 e 2005, depois de uma subida gradual registada nos anos anteriores.
 

 

Fontes: JN e site do Ministério da Saúde
 

MNI- Médicos na Internet

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