Espasticidade afecta 67% das crianças com Paralisia Cerebral

Estudo apresentado no I Congresso da Federação das Associações Portuguesas de Paralisia Cerebral

29 janeiro 2009
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Um estudo apresentado no I Congresso da Federação das Associações Portuguesas de Paralisia Cerebral (FAPPC), que se realizou na semana passada em Lisboa, traz novos dados sobre as competências (físicas e mentais) de crianças com cinco anos que sofrem de paralisia cerebral.
 

 

De acordo com o estudo, das 206 crianças nascidas em 2001 com paralisia cerebral, 43% foram prematuras. A maioria das crianças (67%) sofre de alguma forma de espasticidade em membros superiores e/ou inferiores de ambos os lados do corpo.
 

 

A espasticidade caracteriza-se por rigidez muscular, que afecta, em especial, os braços e as pernas.
 

 

Relativamente ao deficit cognitivo, o estudo indica que quase metade das crianças com paralisia cerebral tem um compromisso cognitivo grave e 27% apresenta um QI superior a 85. O deficit visual foi referido em 44% das crianças e o deficit auditivo em 14%.
 

 

Em comunicado de imprensa enviado à ALERT, Graça Andrade, Presidente da FAPPC, refere que “estes novos dados são muito importantes, não só para a prevenção mas também para a optimização das condições para o desenvolvimento das competências e para a participação social das crianças com paralisia cerebral, influenciando de modo determinante o seu futuro.”
 

 

Todos os anos surgem entre 200 a 250 novos casos de paralisia cerebral em Portugal.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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