Esclerose múltipla: 20 anos após o diagnóstico, maioria precisa de ajuda

Dados da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla

19 agosto 2010
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Dados da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM), divulgados pela agência Lusa, referem que cerca de 60% dos doentes com esclerose múltipla (EM) precisam de ajuda para se movimentar 20 anos após o diagnóstico.

 

A falta de mobilidade é, para a comunidade médica, uma das prioridades de tratamento, numa patologia que já afecta cerca de seis mil portugueses.

 

 A EM é uma doença do foro neurológico, em que há o comprometimento do sistema nervoso central, que incapacita mais os jovens adultos e afecta mais as mulheres do que os homens. Os primeiros sinais da doença surgem normalmente entre os 15 e os 40 anos, sendo os sintomas mais comuns dormência, fadiga, desequilíbrio, dificuldades de mobilidade e perda de visão.

 

A fisioterapia, nomeadamente o método de Bobath, com o qual o doente aprende a sensação do movimento, é um dos instrumentos mais utilizados no tratamento de EM.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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