Escassez de profissionais da saúde em África

Estudo do Center for Global Development

15 janeiro 2008
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O êxodo de profissionais de saúde africanos para países desenvolvidos está a conduzir a uma escassez de médicos e enfermeiros no continente, segundo um estudo do Center for Global Development, baseado em Washington, EUA.
 

 

Diversos países, entre os quais Angola e Moçambique, têm mais médicos a trabalhar num único país estrangeiro do que no país de origem. A Libéria tem o rácio de dois médicos no estrangeiro por cada um no seu território. Os dados foram recolhidos por censos entre 1999 e 2001 em nove países de acolhimento: Portugal, Espanha, França, Bélgica, Canadá, Reino Unido, EUA e a África do Sul.
 

 

Este foi o primeiro estudo que contabilizou os médicos que nascem em África e não só os que aí estudaram.
 

Os países mais afectados pela perda de médicos, como Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, República do Congo, Ruanda, Libéria e Serra Leoa, sofreram guerras civis e tinham perdido 40% dos seus médicos por volta do ano 2000.
 

 

Fontes: Público e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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