Empresas de transporte de doentes preocupadas com casos de obesidade mórbida nos EUA

Paramédicos pedem aumento de taxas de transporte

27 outubro 2009
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Os paramédicos norte-americanos estão preocupados com o aumento dos custos implicados no transporte de pessoas com obesidade mórbida e pedem, por isso, uma revisão dos preços praticados.

 

Embora muitos hospitais norte-americanos já possuam material especificamente concebido para receber estes doentes (camas, cadeiras de rodas e andarilhos), o transporte destes pacientes ainda é um problema no país. Isto porque é extremamente difícil colocar pacientes muito pesados dentro das ambulâncias tradicionais.

 

Este Verão, Ken Keller, gerente de operações da unidade de Resposta Médica em Topeka, Kansas, organizou uma petição, entregue no Shawnee County Commission (organismo que regula este sector), destinada a aumentar a taxa das despesas com ambulâncias dos 629 dólares (419 euros) actuais para 1.172 dólares (782 euros) para pacientes que pesem 227 quilos ou mais.

 

As empresas de ambulâncias argumentam que está na hora de as seguradoras (Medicaid e Medicare) ou os próprios pacientes começarem a pagar os custos extra, uma vez que estas despesas estão a diminuir as suas margens de lucro. "Para que estes sistemas possam sobreviver e continuar activos, tem de haver uma maneira de cobrir esses custos", afirmou Jim Buell, director da American Ambulance Association.

 

Transportar pessoas muito pesadas custa quase o triplo do transporte de pessoas com um peso considerado normal. É preciso mais tempo para as movimentar e são necessários três a quatro vezes mais paramédicos, que, na maioria dos casos, precisam de recorrer a equipamento específico.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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