Empresa transforma cinzas de humanos cremados em diamantes
21 agosto 2004
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Uma empresa suíça desenvolveu uma alternativa para preservar as cinzas de um familiar cremado: em duas ou três semanas transformam-nas num diamante que ajudam depois a colocar num anel ou colar.A empresa Algordanza (Lembrança, em romansh, a língua minoritária da Suíça) começou a trabalhar em Julho, anunciando-se como a única firma na Europa que transforma cinzas humanas em diamantes.O director da empresa, Veit Brimer, garantiu que a iniciativa está a suscitar bastante interesse junto do público nacional e internacional, com cerca de 200 pedidos de informação na página da Internet da firma.Sedeada em Chur, próximo da fronteira suíça com o Liechtenstein, a empresa explica na sua página que, tal como as pessoas, não há dois diamantes iguais, podendo a pedra preciosa servir como uma lembrança eterna «de uma vida única e maravilhosa».Para produzir os diamantes sintéticos, as cinzas humanas são purificadas, depois aquecidas e colocadas, sob intensa pressão, num centrifugador, durante três a quatro semanas.Criados com este método, os diamantes assumem uma coloração azulada, o que os torna ainda mais especiais porque são idênticos às versões mais raras encontradas na natureza. Os preços variam entre os 600 francos (391 euros) por um anel simples e os 5.600 francos (cerca de 3.651 euros) por um diamante de meio quilate. A empresa tem vindo a receber vários pedidos de pessoas que pretendem ser transformadas em diamantes quando morrerem. E até já recebeu um pedido para transformar as cinzas do cavalo predilecto de uma família.Fonte: Lusa

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