Emergência médica em risco de paralisar

Contratos a prazo terminam

17 dezembro 2002
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O sistema nacional de emergência médica corre o risco de paralisar, desde que a maioria dos operadores do INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica) foi informada de que os seus contratos de trabalho não serão renovados para o próximo ano.
 

 

A notícia chegou no início da semana passada, sob a forma de uma comunicação interna, da direcção dos serviços administrativos do INEM aos operadores do CODU - Centro de Orientação de Doentes Urgentes: todos os trabalhadores com contrato a termo certo com o INEM deverão inscrever-se numa empresa de prestação de serviços à data da cessação dos respectivos contratos, uma vez que estes não serão renovados.
 

 

A notícia caiu como uma bomba na grande sala altamente informatizada do CODU. Os operadores, sem deixarem de atender as inúmeras chamadas da linha de emergência médica do 112, leram, passaram de mão em mão e discutiram com nervosismo as folhas impressas da comunicação interna. Enquanto enviavam ambulâncias, prestavam cuidados de pré-socorro, salvavam vidas ao telefone, liam o comunicado que lhes anunciava o fim do emprego para breve.
 

 

Leia tudo no: Público
 

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