Egas Moniz recebeu o prémio Nobel há 52 anos
15 outubro 2001
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Em 1949, o médico e cientista português Egas Moniz era galardoado com o Prémio Nobel da Medicina pela descoberta do valor terapêutico da lobotomia.
 

 

Quatro anos mais tarde, o revolucionário cubano Fidel Castro realizava a sua auto-defesa no julgamento pelo assalto ao Quartel de Moncada, afirmando: «A história absolver-me-á».
 

 

Em 1964, a China anunciava ter testado a sua primeira bomba atómica e, em 1970, Anwar Sadat ascendia à presidência do Egipto.
 

 

Em 1978, Karol Wojtyla, Cardeal polaco e Arcebispo de Cracóvia, era eleito Papa, adoptando o nome de João Paulo II, tornando-se no primeiro Papa polaco e no primeiro Papa não italiano desde 1522.
 

 

Em 1985, os restos mortais do escritor Fernando Pessoa eram trasladados para o Mosteiro dos Jerónimos e, em 1988, morria Emídio Santana, 82 anos, director do jornal «A Batalha».
 

 

Em 1989, um comité da Conferência Internacional sobre o Comércio de Espécies em Perigo determinava a proibição total do comércio internacional do marfim, carne e pele de elefante, a fim de evitar a sua extinção.
 

 

Em 1994, eleições legislativas na Alemanha asseguravam a permanência no poder do chanceler Helmut Kohl, enquanto os finlandeses se pronunciavam a favor da adesão à União Europeia.
 

 

Em 2000, o antigo herói do movimento «Solidariedade» e ex- Presidente polaco Lech Walesa retirava-se da política.
 

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