Doentes com Parkinson sem medicamento há mais de um mês

Dados da Associação Portuguesa do Doente de Parkinson

11 maio 2011
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Há mais de um mês que vários doentes com Parkinson têm dificuldade em adquirir o medicamento parkadina, esgotado na maioria das farmácias portuguesas, revelou à Lusa a presidente da Associação Portuguesa do Doente de Parkinson (APDP).

 

De acordo com Helena Machado, a APDP desconhece a causa desta ruptura de stock, mas sublinha que não é a primeira vez que acontece medicamentos para a doença de Parkinson estarem esgotados. Aos associados que perguntam o que fazer perante esta falta, os responsáveis da APDP advertem para não procederem a qualquer substituição, a menos que esta seja orientada pelo médico do doente.

 

Segundo Helena Machado, a falta deste medicamento pode levar a uma acentuada diminuição da qualidade de vida dos doentes. O medicamento em falta é um antiparkinsónico, comercializado pelo laboratório Basi, sujeito a receita médica e que pode, se aplicável, ser comparticipado pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 90%.

 

De acordo com o “Jornal de Notícias”, o INFARMED (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde) não tem data prevista para a sua reposição. Segundo adianta a edição on-line do “Jornal de Notícias” este medicamento está prescrito a cinco mil doentes com Parkinson. Em Portugal, estima-se a existência de 20 mil portadores desta doença.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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