Doenças Reumáticas limitam vida sexual

Estudo do Instituto Português de Reumatologia

19 dezembro 2007
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O estudo "Sexualidade, Depressão e Ansiedade em Doentes Reumatológicos" realizado em Portugal pelo Instituto Português de Reumatologia (IPR) revela que 54,5% das mulheres com vida sexual activa considera que a sua doença limita bastante a sexualidade.
 

 

A investigação do IPR, apresentada na semana passada no decorrer das XV das Jornadas do IPR, teve como objectivo avaliar a sexualidade na doença crónica, em particular na Doença Reumatológica. No estudo que teve início em Setembro de 2007, a idade média das participantes é de 58,7 anos, a maioria é casada (60%) e 44% tem vida sexual activa. Foram avaliadas 50 doentes do sexo feminino internadas no IPR, mas o objectivo é terminar o estudo com pelo menos 300 doentes.
 

 

Na investigação foram utilizadas duas escalas: Self Esteem and Relationship – SEAR Questionnaire e Hospital Anxiety and Depression Sacle (HADS).
 

 

Nos resultados preliminares do estudo conclui-se que há dois grandes grupos que dividem os resultados, enquanto 30,4% refere que a sexualidade é “Pouco Importante”, outra maioria de 30,4% refere que a sexualidade é “Muito Importante”.
 

 

Verificou-se que a auto-estima e a satisfação sexual estão directamente relacionadas com diferentes níveis de Depressão. As participantes com níveis mais baixos de Depressão tinham níveis significativamente mais altos de satisfação com a relação sexual e de auto-estima. Por outro lado, não foram encontradas diferenças significativas entre o nível de Depressão e a satisfação com o relacionamento geral.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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