Doenças circulatórias e tumores matam mais em Portugal
25 janeiro 2002
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As doenças do aparelho circulatório e os tumores malignos
 

continuam a ser as principais causas de morte em Portugal, a elas se devendo cerca de 62 mil dos 105.813 óbitos em 2000.
 

 

Entre as mortes provocadas por causas externas, a maior
 

fatia é assumida pelos acidentes de trânsito com veículos a motor, que representam 29% da totalidade de 4.769 óbitos em 2000, com 1375 casos. Este valor é inferior ao de 1999, em que o número de óbitos se situou nos 1.588.
 

 

Os últimos 20 anos
 

 

Os números das causas de morte em Portugal em 2000,
 

divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE),
 

confirmam que, desde há 20 anos, as doenças do aparelho
 

circulatório, sobretudo as cardiovasculares, e os tumores malignos constituem os principais motivos de morte, tendo o seu peso vindo a subir.
 

 

Assim, se em 1960 estas patologias representavam 35% das
 

causas de morte, em 2000 foram responsáveis por 59% dos óbitos.
 

 

O INE realça também o facto de, a partir da década de 90,
 

os óbitos por tumores malignos terem vindo a crescer face aos provocados por doenças do aparelho circulatório, registando-se, entre 1996 e 2000, um acréscimo de 6%.
 

 

Em relação à distribuição por sexos, as mulheres são as
 

principais vítimas das patologias do aparelho circulatório, com 54% dos óbitos, enquanto os homens representam 59% das mortes por tumores malignos.
 

 

Fonte: Lusa
 

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