Doenças cerebrais são o principal problema de saúde das sociedades modernas

Alerta do presidente da Sociedade Portuguesa de Neurociências

23 março 2009
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As doenças cerebrais são, nos dias de hoje, o principal problema de saúde das sociedades modernas, devido ao número crescente de pessoas que, directa ou indirectamente, são afectadas por elas, e à falta de cura para este tipo de patologias.

 

A tendência para o aumento da esperança de vida da população conduz a uma maior incidência de doenças cerebrais, desde as neurodegenerativas, que incluem a doença de Alzheimer, Parkinson e Huntington, aos acidentes vasculares cerebrais, tumores, epilepsia ou outras disfunções psiquiátricas, para além de doenças que não estão directamente relacionadas com o envelhecimento, de acordo com declarações de João Malva, presidente da Sociedade Portuguesa de Neurociências, à agência Lusa.

 

“A medicina já tem curas eficientes para a maior parte das doenças do corpo humano, mas não para o cérebro”, sublinhou o investigador. “Há terapias que aliviam os sintomas, mas não curam.”

 

Segundo dados do Conselho Europeu das doenças cerebrais, estima-se que, na Europa, as doenças e as disfunções cerebrais afectem cerca de 30% da população.

 

Muita investigação, a nível básico e clínico, está a ser realizada pela comunidade científica em Portugal, com vários grupos a tentar entender os mecanismos celulares e moleculares que são responsáveis pelo processo de degeneração e morte celular.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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