Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica afeta 800 mil portugueses

Estimativas da Fundação Portuguesa do Pulmão

14 maio 2013
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A Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), uma patologia fortemente ligada ao tabaco, afeta cerca de 800 mil portugueses, segundo estimativas da Fundação Portuguesa do Pulmão, que defende a comparticipação dos remédios para deixar de fumar.

 

De acordo com o presidente daquela Fundação, Teles de Araújo, a DPOC atinge 14% da população portuguesa com mais de 45 anos, sendo uma das doenças respiratórias mais comuns e, tal como as restantes, tem no tabagismo o principal fator de risco.
 

“A mortalidade é relativamente alta, aparecendo nos grupos etários mais elevados. Mas, além da mortalidade, é uma doença fortemente incapacitante. Mais grave é passar anos e anos de vida sem qualidade e com forte incapacitação”, disse o médico à agência Lusa.
 

Uma vez que o tabagismo é o principal fator de risco das doenças respiratórias, a Fundação Portuguesa do Pulmão defende que o Estado devia comparticipar os medicamentos para deixar de fumar, uma possibilidade que o Ministério da Saúde já pediu para ser estudada.
 

“Temos lutado para que aconteça essa comparticipação, uma vez que até a Organização Mundial da Saúde já reconheceu o tabagismo como uma doença. Não vemos razão para que não haja comparticipação dos medicamentos de desabituação tabágica. Isso vai, a prazo, ter vantagens até económicas, além das que terá na vida dos doentes”, argumentou Teles de Araújo, em declarações à agência Lusa.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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