Dívidas às farmácias e laboratórios vão ser pagas

Enfermeiros não ficam no desemprego, garante ministro da Saúde

20 agosto 2001
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O ministro da Saúde garante que "hoje ou amanhã" são "mobilizados os recursos para o pagamento das dívidas" do Estado à indústria farmacêutica e aos laboratórios.
 

 

Correia de Campos respondia assim à Agência Lusa, a propósito da dívida do Serviço Nacional de Saúde (nomeadamente às farmácias e aos laboratórios), que ascende a 326 milhões de contos, e numa altura em que o orçamento rectificativo já foi publicado e destina 290 milhões ao pagamento dessas dívidas.
 

 

O ministro falava em Almada, onde presidiu à posse do novo presidente do Conselho de Administração do Hospital Garcia de Orta, João Urbano.
 

 

Ao cessar funções, o ex-presidente, João Alves Pimenta, afirmou-se discordante com a forma como foi exonerado do cargo, já que havia sido reconduzido pela anterior titular da pasta, Manuela Arcanjo.
 

 

Enfermeiros não ficam no desemprego
 

 

 

O ministro da Saúde garantiu ainda que nenhum enfermeiro ficará no desemprego, afirmando que os profissionais que cessarem os seus contratos de trabalho serão reconduzidos nas suas funções.
 

 

Correia de Campos reagia desta forma às declarações do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses segundo as quais os hospitais iriam dispensar num prazo de dois anos 1200 enfermeiros.
 

 

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