Distanásia discutida em Coimbra

Especialistas debatem quando se deve suspender o suporte artificial

30 outubro 2007
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Até quando se deve prolongar artificialmente a vida de um paciente inconsciente? Sobre a prática da Distanásia, que esteve em debate no fim-de-semana passado em Coimbra, representantes da Medicina, do Direito e da Religião concordam num ponto: “faz parte das boas práticas clínicas suspender o suporte artificial de vida quando o doente não tem hipótese de recuperação”.
 

 

Embora seja um acto médico, o momento em que a "máquina deve ser desligada" não é consensual.
 

 

A criação de uma base de dados - o Rendav (Registo Nacional de Directivas Antecipadas de Vontade) - através da qual se possa saber qual era a vontade do paciente quando ainda estava consciente foi uma das sugestões apresentadas para ajudar as equipas médicas a tomar uma decisão. A proposta foi apresentada há um ano à Assembleia da República pelo Serviço de Bioética da Faculdade de Medicina do Porto.
 

 

Quem já entregou o seu "testamento vital" ao notário foi o padre Feytor Pinto. No documento, o professor de Ética rejeita a "eutanásia activa" e pede também que não lhe seja prolongada inutilmente a vida, através de "tratamentos desproporcionados".
 

 

Fonte: Público
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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