Diagnóstico precoce diminui sepsis

Especialistas defendem UCI nas urgências

03 abril 2003
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Vários especialistas defenderam ontem no Porto uma forte presença da medicina intensiva nas urgências dos hospitais para permitir um diagnóstico precoce que ajude a diminuir a elevada incidência mundial da sepsis.
 

 

A síndrome séptica, uma infecção sistémica generalizada que ataca rapidamente, conduzindo à falha de órgãos e, consequentemente, à morte, é uma das mais importantes problemáticas de saúde pública com níveis de mortalidade e custos extremamente elevados.
 

 

Esta síndrome, tema nuclear de um simpósio que ontem se iniciou no Porto, consome 40 por cento de todos os gastos das unidades de cuidados intensivos. Afecta mortalmente cerca de 1400 pessoas por dia em todo o mundo e por ano mais de 18 milhões de pessoas.
 

 

José Artur Paiva, do Grupo de Infecção e Sepsis do Hospital de S. João do Porto, que organiza o encontro, a decorrer entre ontem e sexta-feira, explicou à Lusa que a campanha tem como objectivo implementar um conjunto de iniciativas a nível mundial, com vista à redução para 25 por cento da mortalidade por sepsis em cinco anos _ nomeadamente um programa de sobrevivência.
 

 

Fonte: Lusa
 

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