Dia Nacional do Doente com Artrite Reumatóide

Celebrações no dia 5 de Abril

04 abril 2014
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Amanhã, dia 5 de Abril, celebra-se o Dia Nacional do Doente com Artrite Reumatóide, uma doença reumática que pode conduzir à destruição progressiva e irreversível das articulações e leva milhares de portugueses a desistirem das suas carreiras profissionais, o que acarreta graves consequências económicas e sociais.
 

De forma a assinalar este dia, a Associação Nacional dos Doentes com Artrite Reumatóide (ANDAR) comunicou que vai realizar, no dia 10 abril, as XIV jornadas que têm como objetivo reunir a presença de pacientes, médicos e políticos em torno da discussão de problemas relacionados com as comorbilidades associadas à doença, a vida pessoal dos doentes e as diferenças entre tratamentos biológicos e biossimilares.
 

No comunicado enviado à ALERT, a ANDAR refere que a artrite reumatóide é primeira causa de incapacidade temporária e que afeta predominantemente as mulheres em idade produtiva, no início de uma carreira profissional, que pretendem constituir família, e que, repentinamente ficam impossibilitadas de prosseguir com as suas atividades diárias nas vertentes mais diversas da sua vida.
 

Assim, “o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais, uma vez que contribuem para um maior controlo da evolução da doença evitando a incapacidade funcional para o trabalho. As terapêuticas inovadoras, concretamente as biológicas, têm contribuído para um maior controlo da doença e, em muitos casos, para sua remissão”, refere o comunicado.
 

A associação refere que atualmente os reumatologistas são capazes de controlar os sintomas em 90% dos casos e obter a remissão da doença em 75% dos doentes. Quanto mais precoce o diagnóstico e o início do tratamento, melhores os resultados.
 

Estudos realizados pelo Instituto Português de Reumatologia comprovaram que doentes com Artrite Reumatóide mal controlada custam 2,5 vezes mais do que doentes em remissão. De acordo com a presidente da ANDAR, Arsisete Saraiva, “diagnosticar precocemente evita custos muito elevados para o Estado e tratar continuamente da forma adequada, permite uma poupança efetiva nos bolsos dos portugueses. Sem falar dos custos sociais que um doente destes acarreta para as famílias, bem como as dificuldades no plano individual”.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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