Detergente pode reduzir infecção hospitalar em 50%

Estudo da Universidade de Ghent

07 agosto 2007
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Uma nova geração de detergentes permite reduzir para metade a presença de bactérias resistentes a antibióticos em hospitais e outros centros médicos, segundo uma pesquisa da Universidade de Ghent, na Bélgica.
 

 

Os produtos "PIP Healthcare" devem a sua eficácia a um outro tipo de microrganismo, as bactérias probióticas, inofensivas para o ser humano, mas capazes de ocuparem as fontes de nutrição dos exemplares nocivos.
 

 

A Universidade de Ghent realizou quase quatro mil testes com o detergente e constatou que em apenas um dia, os novos produtos reduziram para metade a presença de bactérias coliformes fecais. A presença da bactéria Staphylococcus aureus foi reduzida em 80% e a da bactéria Clostridium difficile em 90%.
 

 

A empresa Chrisal (responsável pelos produtos) assegura que os novos detergentes oferecem uma solução duradoura para os problemas com bactérias resistentes no sector hospitalar. O kit contém detergentes para o solo, banho e móveis, assim como um produto para combater os ácaros domésticos, todos orgânicos e que respeitam o meio ambiente.
 

 

Segundo o comunicado da empresa publicado no seu site, “estudos recentes demonstraram que sete em cada cem pessoas nos países desenvolvidos que entra num hospital, com as medidas higiénicas e sanitárias adequadas, são infectadas com uma bactéria ou um fungo resistente”.
 

 

Com curiosidade, a empresa explica ainda que a ideia para o desenvolvimento destes novos produtos teve origem na observação dos camponeses belgas que limpam as tetas das vacas com bactérias probióticas.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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