Despiste de melanoma com fraca adesão
13 maio 2001
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O despiste efectuado hoje em todo o país ao melanoma - o mais maligno dos cancros da pele - registou uma fraca adesão, que pode estar relacionada com o mau tempo, que impediu muitas pessoas de se deslocarem aos locais de despistagem instalados em 33 centros de saúde.
 

 

João Abel Amaro, o coordenador nacional da iniciativa, ainda não dispõe de números concretos mas, garante que no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, não houve uma forte adesão, "devendo manter-se a média atingida o ano passado".
 

 

A iniciativa, no Dia Europeu do Melanoma, foi promovida pela Associação Europeia de Dermatologia e teve por objectivo sensibilizar as populações, em especial os grupos de risco, para a prevenção do melanoma que, embora curável, pode conduzir à morte se tratado em fase tardia.
 

 

Nos casos em que seja detectado um tumor maligno no exame clínico de pele, o diagnóstico da situação será transmitido ao médico assistente do indivíduo.
 

 

Em Portugal, o número de casos de melanoma quadruplicou nos últimos trinta anos e a taxa de mortalidade por cancro de pele é de 1.3 por cada 100 habitantes, com cerca de quatro a seis novos casos de melanoma por cada 100 mil habitantes.
 

 

Fonte: Lusa

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