Despistagem frequente do cancro da próstata é vital

Estudo confirma necessidade de exames

07 julho 2004
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Um estudo publicado hoje nos EUA confirma a necessidade de uma despistagem frequente do cancro da próstata a partir dos 40 anos, seguindo o nível de uma substância (antigeno) que o organismo produz quando detecta a doença.Segundo os trabalhos, os homens a quem foi detectado um rápido aumento do nível de antigeno produzido pelo organismo contra o cancro da próstata, no ano antecedente ao diagnóstico, têm um risco acrescido de morrer da doença, mesmo após a extracção da próstata.O estudo, publicado na revista New England Journal of Medicine, mostra que o ritmo do aumento do nível de antigeno antes da despistagem da doença fornece um indicador mais útil do risco do que o próprio nível da substância, já que a velocidade deste aumento traduz a agressividade do cancro.Em concreto, um aumento anual de mais de dois nanogramas por milímetro de antigeno (produzido pelo sistema imunitário) foi associado a um risco acrescido de morte por cancro apesar da cirurgia na sequência do diagnóstico.O estudo recomenda um acompanhamento do nível de antigeno específico deste cancro todos os anos, a partir dos 40, para despistar um aumento rápido. Um homem em cada seis vai desenvolver um cancro da próstata durante a sua vida, percentagem mais elevada do que o risco de uma mulher ser afectada pelo cancro da mama (uma em cada oito).Fonte: Lusa

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