Desfribilhadores passam a poder ser usados por não-médicos

Medida entra em vigor no dia 1 de Setembro

17 agosto 2009
  |  Partilhar:

A partir de Setembro, espaços públicos como estádios e centros comerciais podem ter aparelhos desfibrilhadores para utilização por pessoal não-médico, de forma a socorrer mais rapidamente vítimas de paragem cardíaca.

 

O decreto-lei que estabelece a utilização do Desfibrilhador Automático Externo (DAE) por pessoal não-médico devidamente formado foi publicado, na semana passada, no Diário da República e entra em vigor no dia 1 de Setembro.

 

No texto do decreto-lei, citado pela agência Lusa, é referido ser permitido que equipas "devidamente treinadas" de não-médicos possam usar o equipamento, apesar de a supervisão médica continuar a ser "indispensável".

 

Até agora, a utilização de DAE era feita exclusivamente por profissionais de saúde, nomeadamente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), que está agora incumbido da aprovação de um Programa Nacional de Desfibrilhação Automática Externa.

 

O diploma salienta que as doenças cardiovasculares representam “a principal causa de morte em Portugal”, que a maioria dos casos de urgência “ocorre fora dos hospitais” e que a experiência internacional permite aferir que “a utilização de DAE em ambiente extra-hospitalar por pessoal não médico aumenta significativamente a probabilidade de sobrevivência das vítimas”.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Partilhar:
Ainda não foi classificado
Comentários 0 Comentar

Comente este artigo

CAPTCHA
This question is for testing whether you are a human visitor and to prevent automated spam submissions.
Incorrecto. Tente de novo.
Escreva as palavras que vê na imagem acima. Digite os números que ouviu.