Desfibrilhadores implantados também beneficiam idosos

Estudo publicado na revista “Circulation”

09 janeiro 2009
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Um estudo publicado na revista “Circulation” refere que o desfibrilhador cardíaco implantado na pele pode reduzir em cerca de 30% a mortalidade dos doentes, mesmo dos mais idosos.
 

 

As conclusões deste estudo da University of Missouri, em Kansas City, nos EUA, contradizem estudos anteriores que consideraram limitados os benefícios do desfibrilhador cardíaco em idosos.
 

 

O novo estudo, liderado por Paul Chan, avaliou 500 pessoas que recebiam tratamento através de desfibrilhador cardíaco, devido a deficiências de funcionamento do ventrículo esquerdo que, no seu limite máximo, apresentava apenas 35% da sua capacidade. O estudo comparou os resultados com os de um número semelhante de pessoas com a mesma condição mas que não recebiam tratamento através de desfibrilhador cardíaco.
 

 

“Embora tenhamos aferido que as pessoas com mais idade apresentavam uma maior propensão a morrer, mesmo assim, neste grupo de pacientes mais idosos, verificámos que eles beneficiavam do uso do desfibrilhador do mesmo modo que outros pacientes mais jovens”, explicou Paul Chan ao sítio “Healthfinder”.
 

 

Ao longo dos seis anos em que decorreu o estudo, o índice de mortalidade foi de 26,7% no grupo que não usou desfibrilhador e de 21,6% no grupo que beneficiou do tratamento.
 

 

Segundo o líder da investigação, em declarações à mesma publicação, a mortalidade apresentou uma redução de 30% tanto em pessoas com mais de 75 anos como na população mais jovem.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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