Desfibrilhador comercializado em Portugal retirado do mercado

Informações da empresa responsável e do INFARMED

18 outubro 2007
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A empresa de equipamentos Medtronic retirou do mercado mundial aparelhos de desfibrilhação, para corrigir arritmias, devido a falhas no equipamento, também comercializado em Portugal, que poderão estar na origem de cinco mortes, confirmou o INFARMED.
 

Em causa estão os eléctrodos de desfibrilhação Sprint Fidelis, que são usados para detectar uma alteração do ritmo cardíaco, sendo capazes de provocar automaticamente uma descarga eléctrica para corrigir a alteração detectada, segundo explicou fonte oficial do INFARMED.
 

 

Num comunicado enviado pelo escritório português da Medtronic, a empresa recomenda que não sejam feitos novos implantes com estes eléctrodos de desfibrilhação, mas também não aconselha os pacientes que os usam a retirá-los, uma vez que o risco de remoção ou inserção de outro dispositivo poderia ser maior. A empresa recomenda a todos os doentes que julguem ter um eléctrodo Sprint Fidelis que consultem os seus médicos, mas sublinha não haver qualquer problema com os doentes que têm um pacemaker da marca.
 

 

A empresa diz que foram implantados em todo o mundo cerca de 268 mil eléctrodos deste género.
 

 

Fonte: Lusa
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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