Desejo sexual e questões genéticas

Pesquisa multidisciplinar israelita

28 maio 2006
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O desejo sexual no ser humano varia por razões genéticas e não psicológicas, segundo uma investigação liderada pelo chefe do Departamento da Genética Humana da Universidade de Jerusalém, Richard Abstein.
 

 

As primeiras conclusões do estudo, divulgadas pelo jornal israelita "Ma''ariv", indicam que apenas um terço da população possui a mutação genética que intensifica o apetite sexual. Se a tese for confirmada, no futuro, os problemas sexuais poderão ser tratados geneticamente através de medicamentos e não pela tradicional via psicológica.
 

 

Os investigadores provaram que, se houver certas mudanças no gene que influi a sexualidade, pode ocorrer uma repressão do desejo - ou uma redução do funcionamento sexual. Mudanças diferentes, por sua vez, poderiam provocar o efeito contrário, ou seja, o aumento da libido. Os especialistas não pormenorizaram, no entanto, as "mudanças" em ambos os casos. Os estudiosos sustentaram, contudo, que, provavelmente, a mutação genética que aumenta ou diminui o apetite é relativamente nova na História humana e dataria dos dias do Homo sapiens, há cerca de 50 mil anos.
 

 

No estudo participaram analistas da Universidade Hebraica de Jerusalém, outros do Departamento de Psiquiatria da universidade de Ben Gurion, em Be''er Sheva, e analistas do hospital psiquiátrico Herzog.
 

 

MNI- Médicos na Internet
 

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