Descoberta uma enzima que acelera os testes de ADN

Organismo vivo da Antárctida faz avançar ciência

03 novembro 2003
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Uma enzima descoberta num organismo vivo encontrado numa falha do Monte Erebus, na Antárctica, poderá tornar muito mais rápidos os testes comparativos de ADN feitos em inquéritos judiciais, informa um jornal neo-zelandês.Esta enzima, colocada num microrganismo, poderá ser utilizada com um método automatizado para extrair numa só etapa o ADN (ácido desoxiribonucleico) de uma amostra de sangue, saliva ou epiderme recolhida, por exemplo, no local de um crime - afirmou David Saul, microbiólogo da Universidade de Auckland, ao New Zealand Herald.O método manual actual requer 15 etapas para extrair o ADN de uma recolha de epiderme e demora quase quatro horas a executar, disse o investigador, sublinhando que bastariam 30 minutos para fazer o mesmo teste com a nova enzima.E além de ser mais rápida, acrescentou, esta técnica comporta menos riscos de contaminação da amostra, dada a sua rapidez e automatização.Fonte: Lusa

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