Depois do avião é a vez do carro

Síndroma da classe económica também afecta quem viaja de automóvel

08 agosto 2002
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Quem faz longas viagens de automóvel também corre o risco de sofrer de trombose venosa profunda (DVT), problema mais conhecido por síndroma da classe económica, revelou esta quinta-feira a Fundação RAC da Grã-Bretanha. Segundo a organização, o síndroma da classe económica pode afectar qualquer pessoa que permaneça sentada num único lugar por um período prolongado.
 

 

No ano passado, o relatório de um cardiologista francês apontou que qualquer viagem de quatro horas ou mais oferece o risco de embolia pulmonar, independentemente do tipo de transporte, disse a fundação.
 

 

O estudo envolveu 160 pacientes vítimas de trombose venosa profunda, sendo que 25% tinha feito uma viagem recentemente - dois de comboio, nove de avião e 28 de automóvel.
 

 

Os investigadores aconselham nestes casos os motoristas e passageiros a fazerem um intervalo em cada duas horas, a beberem muita água e a vestirem roupas leves.
 

 

«Ainda é incerto se a trombose venosa profunda representa uma ameaça para todos os que viajam ou permanecem imóveis por mais de quatro horas, ou se viajar por um período longo pode impulsionar o aparecimento do problema entre quem tenha uma predisposição genética para ter coágulos sanguíneos», observou Sue Nicholson, da RAC. «De qualquer forma, as pessoas que viajam por muito tempo de automóvel devem estar alertas para algumas medidas de precaução, que também podem evitar a fadiga dos motoristas», acrescentou.
 

 

Fonte:Diário Digital
 

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