Dependência tabágica relacionada a influência genética

Estudo da Universidade de Duke, nos EUA

09 abril 2007
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O primeiro estudo alguma vez feito sobre genes e adição ao tabaco revela que a tendência para este vício pode estar inscrita no nosso ADN.
 

A equipa de Jed Rose, da Duke University, na Carolina do Norte, EUA, descobriu, no âmbito do mega-projecto que estuda a influência dos genes na formação da nossa estrutura psicológica e, entre outras, na nossa vulnerabilidade para a adição, que dos 221 genes separam quem consegue deixar de fumar de quem tem muita dificuldade em abandonar o tabaco, e que 62 desses genes desempenham um papel primordial na dependência de drogas entre as quais a nicotina.
 

 

O estudo, que é financiado pelo Governo norte-americano e pelo gigante do tabaco Philip Morris, pode abrir a porta a terapias contra a dependência do tabaco.
 

 

Fontes: Público e Imprensa Internacional
 

MNI- Médicos na Internet
 

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