Dependência do álcool diminui capacidade de identificar emoções básicas nos outros

Investigação da Universidade Fernando Pessoa

09 setembro 2007
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As pessoas dependentes do álcool apresentam um défice na identificação e caracterização da expressão facial das emoções básicas, revela um estudo científico realizado pelo investigador português Armindo Freitas-Magalhães, da Universidade Fernando Pessoa, Porto.
 

 

O estudo, intitulado ‘Expressão Facial: O reconhecimento das emoções básicas em dependentes do álcool’, foi realizado entre 2005 e 2007, envolvendo 65 pacientes a quem foram diagnosticadas perturbações originadas pela utilização de álcool.
 

 

Os doentes, 45 homens e 20 mulheres, com idades entre os 25 e os 70 anos, foram acompanhados durante dois anos em contexto clínico pela equipa liderada por Freitas-Magalhães para estudar os efeitos da dependência do álcool no reconhecimento das emoções básicas.
 

 

As conclusões do estudo referem que os pacientes, ao percepcionarem as expressões exibidas por homens e mulheres, manifestaram “notória dificuldade” na identificação e caracterização das emoções básicas.
 

 

As dificuldades de identificação foram menores nas expressões faciais relativas à tristeza e à cólera, mas, segundo o estudo, acabaram por aumentar com o decurso do tempo de dependência do álcool.
 

 

Fontes: Lusa e Público
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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