DECO detecta água imprópria para consumo em alguns concelhos em 2002

Excesso de alumínio e falta de higiene

22 março 2003
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As populações de Elvas, Mogadouro, Murça, Sabugal e Valença do Minho foram abastecidas com água imprópria para consumo no final de 2002, segundo análises de técnicos da DECO que detectaram excesso de alumínio e falta de higiene.
 

 

A qualidade da água foi analisada em meia centena de concelhos portugueses e, embora a Associação para a Defesa do Consumidor considere que os resultados "não são preocupantes", em 15 localidades a água não cumpria os requisitos recomendados e foi classificada como mediana.
 

 

Os casos mais graves são os das Câmaras Municipais de Murça e Valença do Minho, que forneceram às populações água imprópria para consumo, por falta de higiene, com microrganismos indicadores de contaminação fecal que levaram a classificar a água de medíocre.
 

 

Os resultados das análises - publicados na revista Proteste de Abril que começará a ser distribuída no próximo dia 27 - indicam ainda que a água fornecida em Alijó, Mértola, Setúbal e Viana do Castelo também revelou falta de higiene, embora com menores níveis de contaminação, tendo recebido a classificação de qualidade média.
 

 

O excesso de alumínio detectado na água fornecida pelas Câmaras Municipais de Elvas, Mogadouro e Sabugal, que ultrapassavam o teor de alumínio aceite pela legislação nacional (de 0,2 microgramas/litro), também permitiu classificar estas águas como impróprias para consumo.
 

 

No Crato, Machico (Madeira), Alcoutim, Elvas, Faro, Guarda, Vila Real e Viseu foi detectado excesso de cloro na água.
 

 

 

Fonte: Lusa

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