Deco denuncia limitações nos seguros de saúde

Associação pede para a intervenção do Estado

05 setembro 2005
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Pelo menos um milhão e meio de portugueses tinham, no ano passado, seguros de saúde, mas estes são muito limitados, excluem várias doenças e têm longos períodos de carência, não sendo por isso um bom "complemento ao serviço público", defende a Deco Proteste. As conclusões são publicadas na edição de Setembro da revista Dinheiro & Direitos. A Deco - Associação para a Defesa do Consumidor, analisou 48 apólices, mas não conseguiu escolher uma que tivesse uma cobertura alargada e fosse financeiramente acessível. Por isso, na revista apresentam-se "as sete [escolhas] mais abrangentes e baratas para três pacotes de cobertura". Entre elas estão alguns seguros da Victoria, da Gan e o Vitalplan Platina da Axa. Dada a gravidade da situação, o organismo diz que o Estado deve intervir nesta área, obrigando as companhias a tornar os seguros vitalícios ao fim de três ou quatro anos de vigência, como acontece em França ou na Bélgica. Fonte: LusaMNI- Médicos Na Internet

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