De que modo a progesterona previne o parto prematuro?

Estudo da Tufts University School of Medicine

14 fevereiro 2011
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Três proteínas conhecidas como XIAP, BID e Bcl-2 são parcialmente responsáveis pelo sucesso do tratamento com progesterona na prevenção do parto prematuro, de acordo com um estudo realizado pela Tufts University School of Medicine, nos EUA.

 

A equipa, liderada por Errol R. Norwitz, que apresentou os resultados da investigação durante a reunião anual da Sociedade de Medicina Materno-Fetal, realizada recentemente em San Francisco, EUA, acredita que estas três proteínas podem também desempenhar um papel importante no desencadeamento do trabalho de parto normal.

 

As proteínas impedem o nascimento prematuro ao deterem a apoptose, a morte celular, das membranas fetais. As membranas fetais mais fortes e grossas são menos propensas a romperem-se prematuramente, facto que conduz ao parto prematuro.

 

O nascimento prematuro, antes das 37 semanas de gravidez, é um grave problema de saúde que custa, anualmente, milhões de euros aos sistemas de saúde mundiais. É a principal causa de morte neonatal e os bebés que sobrevivem correm, muitas vezes, o risco de apresentarem problemas de saúde ao longo da vida.

 

Mesmo os bebés que nascem apenas algumas semanas cedo têm maiores taxas de hospitalização e de doenças do que os recém-nascidos que nascem no fim do tempo. As últimas semanas de gravidez são fundamentais para a saúde do bebé porque muitos órgãos importantes, incluindo o cérebro, não estão completamente desenvolvidos até então.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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