Dadores de medula óssea crescem em Portugal

1.800 para 22 mil nomes num ano

26 abril 2004
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O registo nacional de dadores de medula óssea cresceu de 1.800 nomes, em 2002, para 22 mil nomes até ao final de 2003, melhorando a capacidade de tratar alguns tipos de leucemia, disse segunda-feira à Lusa fonte médica.António Parreira, presidente da Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL), realçou à Lusa que o aumento do número de dadores de medula inscritos no Centro Nacional de Dadores de Células Estaminais (CEDACE) da medula óssea ou do cordão umbilical era uma «prioridade» da APCL, já que a probabilidade de encontrar um dador compatível é de um para dez mil.O aumento foi conseguido, segundo António Parreira, através de um protocolo com o CEDACE que permitiu à APCL apoiar este organismo - que funciona no Centro de Histocompatibilidade do Sul, do Ministério da Saúde -, tanto em actividades de divulgação como financeiramente, com o contributo de mais de 40 mil euros em 2003.Em Portugal estima-se que cerca de 1.000 pessoas desenvolvam leucemia anualmente, desconhecendo-se ainda a sua causa específica, e os sintomas iniciais são geralmente a fadiga, perda de peso, palidez, infecções e hemorragias.Fonte: Lusa

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