Da cobaia para o rato de computador...

O fim do sacrifício de animais nas aulas

11 maio 2004
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Dezenas de animais são todos os anos sacrificados em Portugal durante aulas de disciplinas das ciências da vida, mas o recurso a métodos alternativos pode acabar com este «sofrimento desnecessário», segundo uma especialista em Bioquímica Ecológica.Maria Webb é professora universitária de Bioquímica Ecológica - cadeira que fundou na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa a cadeira de Bioquímica Ecológica - instituição que acolheu terça-feira um ciclo de conferências sobre métodos alternativos à utilização de animais no ensino.O principal orador deste encontro é Nick Jukes, co-autor do livro «Da cobaia ao rato de computador: métodos alternativos para uma educação inovadora e ética» que em vários países do mundo tem divulgado métodos alternativos à utilização de animais em educação.Maria Webb disse à agência Lusa que dezenas de animais são todos os anos sacrificados em aulas universitárias e até nos últimos anos do ensino secundário para mostrar aos alunos aspectos do seu corpo. Pombos, rãs, ratos, minhocas, cães e carneiros são alguns dos animais utilizados nestas aulas na área das ciências da vida e que, segundo Nick Jukes, podem ser substituídos por métodos alternativos.Para Maria Webb, existe uma panóplia de alternativas, nomeadamente as que a informática proporciona, além de manequins altamente especializados que garantem a mesma qualidade de ensino.O ciclo de conferências decorre até sexta-feira na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.Fonte: Lusa 

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