Cultivadas em Espanha células estaminais do cordão umbilical

Técnica regenerará tecidos do coração

06 abril 2004
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Um grupo de investigadores da Universidade de Granada conseguiu isolar e cultivar células estaminais do cordão umbilical que poderão no futuro servir para regenerar tecidos do coração afectados por enfarte de miocárdio.Um comunicado emitido esta semana por aquela universidade andaluza refere que as investigações estão a ser desenvolvidas no contexto de um projecto europeu apresentado em Novembro passado.Numa segunda fase, acrescenta, serão «optimizadas as condições de cultivo» destas células, também chamadas células-mãe, sendo a seguir realizados «co-cultivos» com «miocardiocitos», tendo por objectivo observar a mesma «caracterização proteica» de ambas.Há células estaminais de três tipos em função da sua origem: embrionárias, de cordão umbilical e adultas, segundo este grupo de investigação, que optou por trabalhar com as do cordão umbilical devido aos «problemas políticos» relacionados com as procedentes de embriões excedentários das técnicas de reprodução assistida, mais potentes e capazes de gerar qualquer tipo de tecido humano.Todavia, segundo vários estudos internacionais, as procedentes do cordão umbilical têm também grandes potencialidades. Para esta investigação da Universidade de Granada, dirigida pela professora Antonia Aránega, foi necessário o consentimento de mães para a cedência de sangue arterial do cordão umbilical após o parto, colaboração essa conseguida em 90 por cento dos casos, de acordo com o comunicado.Fonte: Lusa

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