Cuidados aos doentes oncológicos em Portugal mantêm "elevados padrões assistenciais"

Declarações do presidente do Grupo Hospitalar Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil

07 abril 2015
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Na sequência de declarações do presidente cessante da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), Joaquim Abreu de Sousa, que alertava para o facto de a assistência aos doentes com cancro estar “no vermelho” por as instituições estarem “no limite”, o presidente do Grupo Hospitalar Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil (GHIPOFG), Francisco Ramos, assegurou à agência Lusa que não há necessidade de alarmismos e que Portugal continua a registar “elevados padrões assistenciais no tratamento oncológico”.
 
Francisco Ramos afirma que apesar dos constrangimentos decorrentes do Memorando de Entendimento com os credores internacionais de Portugal, tem sido possível, nos últimos anos, “continuar a corresponder às necessidades da população nesta área prioritária da saúde”.
 
Realça ainda que foram até concretizados investimentos tecnológicos e introduzidas melhorias significativas nas instalações.
 
As maiores dificuldades estão relacionadas com as limitações de contratação de recursos humanos, mas frisou, contudo, que o esforço e competência dos profissionais tem assegurado a “prontidão e elevada qualidade dos cuidados” e que se espera num futuro próximo que estas restrições à contratação sejam aligeiradas.
 
ALERT Life Sciences Computing, S.A.
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