Crise económica impede aumento da natalidade

Conclusões do 1.º Congresso Nacional da Maternidade

11 março 2009
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O ligeiro aumento da taxa de natalidade registada no ano passado em Portugal é "uma tendência que não se vai manter em 2009" devido à crise económica, sejam quais forem as políticas de incentivo, consideram vários especialistas.

 

Por ocasião do 1.º Congresso Nacional da Maternidade, que decorreu na semana passada em Lisboa, especialistas contactados pela agência Lusa defenderam que a ligeira subida da taxa de natalidade registada em 2008 é "uma tendência que não vai continuar em 2009 devido à crise económica".

 

"Não se vai manter porque, sejam quais forem as políticas de incentivo à natalidade, é preciso que sobretudo os casais jovens tenham uma certa segurança no trabalho", disse a alta-comissária da Saúde, Maria do Céu Machado.

 

"Os filhos são desejados mas também programados, e não me parece que este seja um ano muito propício para ter filhos", acrescentou a especialista.

 

Em Portugal, depois de em 2007 se ter registado um mínimo histórico na natalidade (a taxa atingiu, pela primeira vez, um saldo negativo de menos 0,01%), houve um ligeiro aumento em 2008.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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